Natura
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Seqüestro de Carbono
Corredor Araguaia
Projetos Florestais





  Natura

O que:
Projeto Natura de Desenvolvimento Científico e Ambiental;

Onde:
Floresta Alagável na área do Centro de Pesquisa Canguçu, à margem direita do Rio Javaés no entorno da Ilha do Bananal, no município de Pium, Estado do Tocantins;

Tempo de duração:
2001 a 2003;

Financiador:
Natura Cosméticos;

Parceiros:
Cinco Prefeituras e Procuradoria Geral de Justiça – TO;

Componente:
Científica e social.

A componente científica do Projeto Natura de Desenvolvimento Científico e Ambiental visou o fomento da pesquisa e divulgação científica das pesquisas desenvolvidas no Centro de Pesquisas Canguçu. Houve, inclusive, a impressão da segunda edição, revista e ampliada do livro Seqüestro de Carbono: uma Experiência Concreta, além da elaboração do software educativo de mudanças climáticas o qual aplica a metodologia direta/inversa para cálculos de emissões e reflorestamento.


OBJETIVO

O objetivo global deste projeto foi a produção científica através da produção de um banco de dados na zona de influência do Projeto de Seqüestro de Carbono da Ilha do Bananal, (Pium, Lagoa da Confusão, Caseara, Cristalândia e Dueré) e da aquisição de equipamentos para a quantificação dos fluxos de carbono nos ecossistemas regionais. Outros objetivos secundários foram:
    Quantificar o estoque de biomassa e de carbono nas florestas alagáveis da região da Ilha do Bananal;

    Medir os fluxos de carbono com IRGA (Analisador de gás por infravermelho);

    Identificar as espécies onde estão armazenadas maior quantidade de biomassa e carbono, bem como as espécies com maior atividade fotossintética indicadas para reflorestamento;

    Aplicar a metodologia do Carbono Social na região do entorno do Centro de Pesquisas Canguçu.


RESULTADOS DO PROJETO
    Elaboração e implantação do projeto de pesquisa: analise de estoques e fluxos de carbono em formações florestais na região ecotonal da Ilha do Bananal;

    Compra do equipamento IRGA para as pesquisas de fluxo de carbono;

    Implantação de 30 parcelas de 50 x 50 m com total de área útil de 7,5 ha através do mapeamento e georeferenciamento com GPS de todas as parcelas;

    Marcação e medição das 7.760 árvores (dados de Agosto de 2003);

    Monitoramento dos estoques de biomassa em relação aos níveis de enchentes;

    Monitoramento dos dados da estação meteorológica no Centro de Pesquisa;

    Publicação de artigos e painéis científicos;

    Visita dos principais pesquisadores da área de carbono durante a 10º Reunião do Comitê Científico Internacional do LBA (Palmas, Novembro 2001);

    Apresentação dos primeiros resultados de pesquisa no 2º Conferência Científica Internacional do LBA (Manaus, Julho 2002);

    Aplicação da metodologia do Carbono Social em cinco assentamentos da região;

    Conclusão dos diagnósticos preliminares da região-alvo.

A ATUAÇÃO DA ECOLÓGICA NO PROJETO
A Ecológica concebeu, coordenou, implementou e gerenciou o projeto.


LINKS RELACIONADOS

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