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Corredor de Conservação da Biodiversidade do Araguaia
O que:
O Corredor de Conservação da Biodiversidade do Araguaia;
Onde:
Estado do Tocantins – Marianópolis, Pium, e Caseara;
Tempo de duração:
2004 a 2006;
Financiador:
Conservação Internacional do Brasil – CI;
Componentes:
pesquisa e social.
A região da Ilha do Bananal, entre os estados de Tocantins e Mato Grosso, representa um dos importantes centros de endemismo de espécies para o Cerrado brasileiro. A biodiversidade da região apresenta certas peculiaridades como, por exemplo, ser a maior planície inundável dentro desse bioma. Uma análise superficial indica que o estado de proteção legal da região é aparentemente satisfatório, pois existem duas áreas de proteção integral (Parque Nacional do Araguaia e Parque Estadual do Cantão), além de várias terras indígenas, mas a situação real não corresponde a esse quadro. Ao longo do tempo, o PN do Araguaia vem sendo reduzido pela ampliação das terras indígenas e uma nova área (a Terra Indígena dos Inãwebohonã, com 376.545 ha) que está sendo demarcada e deverá contribuir ainda mais para a ampliação do impasse entre Ibama e FUNAI. O Parque Estadual do Cantão ainda carece de ser implantado. O entorno dessas unidades de conservação vem sofrendo rápidas e profundas alterações ambientais com o assentamento de centenas de famílias pelo INCRA e por grandes projetos de irrigação promovidos pelo estado do Tocantins.
OBJETIVOS
▪ Realização de diagnóstico de ocupação e uso da terra nas áreas destinadas ao corredor de biodiversidade;
▪ Execução de levantamento da biodiversidade com ênfase nas espécies endêmicas e ameaçadas;
▪ Realização de inventário de campo para a identificação de espécies da flora e fauna, endêmicas e ameaçadas;
▪ Implementação de ações de fortalecimento das unidades de conservação existentes;
▪ Fornecer suporte ao desenvolvimento sustentável das comunidades envolvidas.
RESULTADOS ESPERADOS
▪ Uso e ocupação do solo nas áreas envolvidas no estudo em questão: Municípios: Marianópolis, Pium, e Caseara;
▪ Identificação e conhecimento das espécies endêmicas de cada ecossistema estudado, bem como das espécies em processo de extinção e aquelas espécies ameaçadas de extinção;
▪ Análise de viabilidade de implantação de plano de manejo para a área do Parque Estadual do Cantão;
▪ Definição do corredor de biodiversidade na região como forma de manejo para os ecossistemas fragmentados da região, visando principalmente a tentativa de evitar a extinção de espécies;
▪ Melhoria da proteção das áreas já protegidas proporcionando o envolvimento das comunidades locais no processo de conservação da biodiversidade;
▪ Os dados gerados pelos inventários de aves e mamíferos endêmicos e ameaçados darão subsídios para a elaboração de propostas visando o manejo e conservação das espécies da avifauna e mastofauna.
INFORMAÇÕES
Clique aqui para ver a apresentação do projeto.
LINKS RELACIONADOS
www.conservation.org.br |
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